EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA ANDAM DE MÃOS DADAS

São Paulo está em 18º lugar em um ranking mundial de startups do setor de educação, que no total concentra 21 cidades do mundo. Essa posição não é das melhores, mas mostra o potencial que o setor ainda tem para crescimento. Atualmente, contamos com 62 Edtechs (como são denominadas as iniciativas do segmento). Para termos uma ideia de comparação, Pequim concentra 3 mil delas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira, as edtechs lideram o ranking de startups brasileiras, representando 7,8% do total mapeado no país. Além disso, elas estão presentes em 25 dos 26 estados, totalizando 364 startups.

Um dos grandes desafios para que o Brasil dê um salto no número de EdTechs é quebrar as barreiras existentes no setor. Atualmente temos 80% de escolas de ensino básico públicas, ou seja, onde ainda há grande burocracia, pouca estrutura e difícil acesso à tecnologia. Somente mudando esses parâmetros conseguiremos melhorar nossos índices educacionais e, consequentemente, incentivar a criação de novas edtechs.

Algumas das vantagens e diferenciais que as edtechs oferecem ao mercado educacional são as aplicações de reconhecimento facial e robótica. Com gerações cada vez mais tecnológicas em atividade, torna-se mais do que necessário que essas disciplinas e recursos sejam parte do cenário da educação brasileira.

Enfim, como dito acima, o mercado de educação no Brasil ainda é precário e deixa a desejar no quesito inovação. Porém, com a força de empreendedores focados em mudar esse cenário, acredito que teremos boas notícias em breve. Você conhece alguma iniciativa bacana de edtechs?! Conta para a gente ;)

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